“Doutor, o resultado deu positivo. E agora?”

Talvez quase tão angustiante quanto a sensação do paciente, que busca uma orientação, seja a posição do médico, confrontado com essa pergunta, ao avaliar o exame e seu resultado.

Mas será que devemos olhar somente para o exame para decidir? Alguns são reconhecidamente duvidosos. Dependem da interpretação do observador, correlação com quadro clínico, escores… Nesses casos, a dúvida, paradoxalmente, nos deixa tranquilos.

“Nada está fechado e vamos prosseguir com a investigação”.

Mas, e um exame laboratorial com 100% de sensibilidade e, digamos, 99,8% de especificidade? O teste rápido para HIV tem essas características. Parece ser um bom teste, não?

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